Wednesday, July 19, 2006

In constante

Produção de sentimentos, produção de letras e palavras, e frases que por mais sentido que façam, não dizem nada. Por fora, um grande. Conhecedor de sete (talvez oito) mares, conversa que apetece quem a ouve. Palavras, apenas palavras... Coisas inanimadas que nos animam totalmente. Ou não...

Dentro de tudo, um grande labirinto. Um grande jogo, uma grande peça sendo encenada, e a espera para estrear, para ser chamado e finalmente resolver o que tiver que ser resolvido. Ele, obviamente, não leu o script. Simplesmente por não haver um. E esse fato, que devia deixá-lo preocupado, não faz a menor diferença agora. Ele sabe que scripts são feitos para não serem seguidos, e que a improvisação é exigida numa hora dessas. Então ele senta, e espera. Improvisação, talvez ele consiga fazer. E isso, isso é o importante. O resto, o caminho nos traz.

Até.

2 Comments:

At 19 July, 2006 20:58, Anonymous Anonymous said...

palavras representam...e se representam já não são exatamente aquilo o que queremos dizer.
mas a vida é assim, um moinho, cheia de inquietações e fragmentos.
mesmo no caos, o importante é chegar mais perto, mais perto, mais perto e que não pare, não pare, não pare, não pare, não pare...

 
At 20 July, 2006 15:32, Anonymous Anonymous said...

Isso é mentira. Você sabe, eu sei. Improvisar para você, assim como para mim, é impossível. A inevitabilidade dos fatos nos leva ao limite da razão, pois é neste momento em que não temos controle de nada. E gostamos de ter o controle, não é mesmo?

Os scripts não existem, e inventa-los para termos o que seguir é o que configura esta máquina de pensamentos distorcidos que somos nós.

 

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