Fases e ênfases...
Assim, de uma hora pra outra, comecei a ouvir Rolling Stones. E assim, também de uma hora pra outra, encontrei uma outra banda que tem um estilo muito legal...
Antes, eu tinha medo das novidades da música... Afinal, nunca sabemos o que está gravado naquela trilha de CD ou DVD ou LP ou K7. E sabemos menos ainda se vamos gostar(acho que isso é o que nos faz pensar antes de ouvir - ou conhecer - qualquer coisa nova). Mas daí, num ano qualquer entre '85 e '06, conheci o grande gênio Bezerra da Silva. Muitas vezes classificado injustamente como um pagode, Bezerra é samba legítimo, daquele raiz, daquele que dá vontade de batucar em qualquer caixinha de fósforo. E tem algo a mais: é engraçado, e é inteligente em seus trocadilhos. A partir daí(quando o conheci, eu estava começando a tomar gosto pelo violão), tornei-me mais eclético do que jamais imaginava que fosse ficar. Obviamente, minha paixão pelo Metallica não diminuiu nem um pouco, mas poxa, o mundo não é feito de uma nota só ;-)
Passei por várias outras(a última foi Led Zeppelin), e cheguei ao Rolling Stones. Talvez tarde(já há algum tempo eu pensava em como um cara de 60 e tantos pode ainda ser um símbolo sexual tão presente), mas ainda aberto a conhecer outras notas e acordes.
[]s!!

2 Comments:
Sérgio,
ouça Doors...
pai do céu!!!
passo mal.
Nada melhor do que ser um BOM eclético.
Imagine eu, gosto c.c.r. e bee gees ;)
Post a Comment
<< Home